Oi!

 Passada a semana momesca-maluca-quemedeixadecabeloempé como prometi no primeiro post confira agora a segunda e última parte da série: Clássicos do cinema que você TEM que assistir. Mais cinco clássicos para completar a lista de dez filmes que marcaram a história do cinema. Prepare a pipoca e o refri e bom filme!
 



Star Wars - O império Contra Ataca                                                                
Diretor: Irvin Kershner
Ano: 1980

O filme, que é um dos cinco da sequência Star Wars, é o preferido da série porque marcou o cinema da ficção por seus efeitos especiais. A história é mais um episódio da saga de Darth Vader, Princesa Leia, Chewbacca e companhia, além de contar com Luke Skywalker em busca das lições do mestre Yoda para se transformar num cavaleiro jedi. Mas em O império Contra Ataca foi feita uma das melhores revelações de Star Wars: Luke, do time dos "bonzinhos", é filho de seu maior inimigo, Darth Vader.





O poderoso Chefão (I, II e III)                                                                              
 Diretor: Francis F. Coppola
Ano: 1972, 1974 e 1990

Conta a história de uma família tipicamente italiana que vive em Nova York. O chefe da família, Don Vito Corleone, presta "serviços" ilegais a amigos e conhecidos, em troca de favores ou dinheiro. O filme-que é uma adaptação do livro de mesmo nome (escrito pelo americano Mario Puzo)- ganhou três Oscar, e conta com as atuações de dois grandes atores: Marlon Brando e Al Pacino. Uma curiosidade é que a sequência foi quase toda gravada em locações verdadeiras, e não em cenários produzidos, o que confere mais realidade às cenas.


E o vento levou...                                                                                             
Diretor: Victor Flemming
Ano: 1939

A história de uma jovem rica e mimada que é obrigada a sair de casa e ajudar o exército de seu país, durante a guerra. Só que, quando ela volta, a fortuna se foi, a mãe morreu e o pai ficou louco. Agora, ela tem que ser forte para tentar se reerguer. Naquele momento, o cinema já fazia grandes produções, e esta faturou muita grana. E o vento levou... foi o primeiro filme colorido a ganhar um Oscar. Com todo esse investimento e um elenco de peso- Clark Gable, o mocinho, já era um dos maiores astros do cinema-, o filme chegou a totalizar nada menos que 28 horas de gravação!

               

Indiana Jones e os Caçadores da Arca                                                             
Diretor: Steven Spielberg
Ano: 1981

É o primeiro dos quatro filmes da famosa série que tem Harrison Ford no papel principal e a direção do premiado Steven Spielberg. O longa é um marco entre os filmes de ação e aventura, pela criatividade. A história é a seguinte: Indiana tem que achar a tal arca perdida, que pode lhe dar saberes incríveis, já que contém a carta com Os Dez Mandamentos de Moisés. Para isso, terá que disputá-la com o exército nazista de Hitler. Tenso, mas imperdível! Em tempo: Ao ver esse aproveite e assista os outros filmes.



Cidadão Kane                                                                                                           
Diretor: Orson Welles
Ano: 1941

Indispensável para quem quer entender como funciona a indústria do entretenimento. Por quê? Tudo começa quando o repórter decide investigar a vida de um magnata do mundo do entretenimento (Charles Foster), depois da morte do cara. O jovem jornalista começa sua busca por informações sobre o empresário e percebe que ele era viciado em fazer sucesso e obter todos os trabalhos importantes. O filme é antigo, em preto e branco, e cheio de idas e vindas. Ou seja, prepare-se para um história fora do formato começo-meio-fim. Orson tinha apenas 25 anos quando dirigiu este longa.







  Com a ajuda de amigos-cinéfilos, criei uma lista dividida em duas partes (a segunda parte você confere próxima semana) de filmes clássicos e legais, que você TEM que assistir. Acredita que existem pessoas com preconceito de filme antigo? Por isso mesmo que às vezes não sabem escolher uma boa estreia. Confira as indicações e fique mais antenado(a).






Cantando na chuva                                                                                            
Diretor: Gene Kelly
Ano: 1956

Um poste, muita água e um rapaz dançante com um guarda-chuva a tiracolo: com certeza você já viu essa cena. Não é para menos. Afinal, esse é um dos filmes que marcam a passagem do cinema mudo para o falado. E é justamente esse o tema da história, que mostra um casal de atores que precisa se adaptar a uma nova forma de fazer cinema. A metalinguagem não é linda nessas horas? Isso não é fácil para a mocinha Lina Lamont (Jean Hagen), que não tem uma voz tão boa quanto seu par romântico, o galã Don Lockwood (Gene Kelly, o diretor). Ah, e sabe a cena da chuva? Ela foi regravada tantas vezes, que Gene teve febrão e gripe!




Clube da Luta                                                                                                     
Diretor: David Fincher
Ano: 1999

Foi o filme que mostrou que Brad Pitt era muito mais que o rostinho mais lindo de Hollywood, como muitos pensavam. A história é de Jack (Edward Norton), um grande empresário que decide procurar uma forma de extravasar seu cansaço. É, então, que conhece Tyler Durden (Brad Pitt), o cara que o leva para um clube onde a pessoas descarregam suas energias dando porradas uma nas outras. Apesar de violento, o filme é muito divertido, e mostra até onde podem ir os limites do ser humano. Além disso, influenciou muitos filmes do gênero, produzidos depois.




Dr. Fantástico                                                                                                     
Diretor: Stanley Kubrick
Ano: 1964

Esta obra mostra um outro lado do diretor Stanley Kubrick, que, até então, era conhecido por seus filmes racionais e, ao mesmo tempo, filosóficos. Porém, mesmo sendo uma comédia das boas, não deixa de ser polêmico, como as outras obras de Kubrick. Isso porque critica o momento político que o mundo vivia na época em que foi lançado (a guerra fria), contando a história do militar Jack Ripper, que queria bombardear a antiga União Soviética de maneira tão inconsequente que chegava a ser hilária. O longa brinca com a "fascinação" que as potências mundiais têm por guerra e armas.



A vida de Brian                                                                                                  
Diretor: Terry Jones
Ano: 1979

O grupo de comédia inglês Monte Phyton fez diversos filmes, todos muito bons. Mas este é top. Ele conta a história de um judeu, Brian Cohen (Grahan Chapman), que nasce na manjedoura ao lado de Jesus Cristo e, por isso, muitas vezes é confundido com um messias. Claro que a igreja católica foi contra o lançamento da obra, alegando que não é correto "brincar" com a história de Jesus. Mesmo assim, o filme foi lançado e, para completar, virou clássico.



Casablanca                                                                                                        
Diretor: Michael Curtiz
Ano: 1942

É uma das mais apaixonantes histórias de amor do cinema, e está em TODAS as listas de melhores filmes de todos os tempos. Prova de que nem toda produção antiga é chata. A história se passa na cidade marroquina de Casablanca, rota alternativa para militares que fugiam da pressão nazista, na Segunda Guerra. Rick Blaine, o protagonista, é dono de um bar que ajuda muitos soldados. Até o dia em que sua paixão antiga aparece lá, ao lado do marido, pedindo socorro. Quando foi gravado, o filme não teve grande investimento, e nenhuma pretensão de se tornar clássico.


Segunda parte do post -  só semana que vem.