Acabei passando do dia combinado para postar por não ter condição de fotografar. Postei muitas fotos no instagram e não queria repetir. Peço mil desculpas a quem aguardou por esse post (Paulinha e companhia). Foi mal! :(
 Este mês foi muito especial para mim, também pudera o mês das crianças. Na condição de "eterna criança" pensei que as fotos poderiam explorar essa temática: Coisas que lembram a minha infância!  Preparados?

Amo desenhar, pintar e bordar literalmente! "Amo colorir os jardins por aí " #alicismo

Mini mim! Desde pequena toda toda de batom vermelhão! kkkk
 Minha madrinha me deu . Ela não sabia mas meu gosto pela leitura começaria aí...

 Colagem na estante... ainda não terminei! 

 Tive asma até uns cinco anos de idade e lembro de não ter nenhuma pelúcia em casa, nem bichinho de estimação (Determinação do médico). Passou o tempo, cresci (a asma sumiu do nada) e aí ganhei esses dois ursinhos e superei meu trauma infantil - só que não. Ainda tenho esperança de que algum namorado me dê um... hehehe

Eu fazia e ainda faço a alegria das lombrigas

Este mês participei de um clube de cartas promovido pela princesa Endry e tive que retomar meu vicio de fim de infância que era: escrever muitas cartas! Para ter noção me correspondia com meninas e meninos de todo o Brasil. Até hoje tenho as cartinhas e algumas lembrancinhas guardadas. Aproveitei para fotografar esses pacotes. Um deles será enviado para uma leitora/amiga muito especial... Quem será?


Confira os outros meses do projeto:  Julho - Agosto - Setembro



Muita gente nem leva muito a sério os contos de fadas, as estorinhas de princesas e tudo mais. O que é um ato de bobagem, pois o intuito de contar as estorinhas e conhece-las nada mais é que começar a inserir certas verdades da vida de uma maneira mais agradável, e porque não dizer delicada.




Este post foi inspirado nessas pessoas que não consideram contos de fadas, estórias fantásticas, desenhos animados... A rejeição delas me fez refletir sobre as lições passadas pelas princesas. Enquanto estava fazendo o post lembrei ainda de um filme teen que mudou minha forma de encarar as minhas crises adolescentes: O diário de uma princesa.

Ai está algumas das lições valiosas que aprendi:

1) Não me deixar enganar pelas aparências
2) Delicadeza não quer dizer o mesmo que submissão
3) Ficar em casa amargurando tristeza não vai ajudar a arrumar um bom partido
4) Não adianta beleza se não houver inteligência


5) Ser mulher é saber ser frágil e forte ao mesmo tempo
6) Devemos lutar pelos nossos ideais
7) Não acreditar em tudo que falam por ai
8) Dormir faz bem pra pele
9) Ter atitude na hora certa não tem preço
10) O príncipe desencantado de hoje pode ser o encantado de amanhã...

Aprendi acima de tudo que a Disney distorce e muito a realidade! 

Identificou as princesas?
Vou terminar aqui antes que a minha carruagem vire abóbora, pois moro num lugar tão tão distante...
Até mais XD


Fui uma criança bem servida de brinquedos. Não prescisava ser nenhuma data especial tipo aniversário ou dia das crianças para minha mãe me encher de bonecas, roupinhas e etc... Lembro de aos 8/9 anos dar meus pequenos passos na costura, tentando fazer roupas para minhas Susis mas a única coisa que conseguia fazer era uns remendos esquisitões. hehehe
 
Embora eu tivesse muitos brinquedos a  indústria em constante atualização lançava passatempos que me deixavam com a sensação de que o que tinha não era suficiente.

E é exatamente por isso que resolvi fazer uma pequena lista dos brinquedos mais thuchucos que não tive!



 Ok! O maior público do Lego é masculino... Mas e dai? Eu simplismente amavaa (amo) lego, o mais legal é que tanto eu e meu irmão iamos brincar na casa de um amigo nosso, Kim. Ele tinha uma montanha de pecinhas e nós faziamos uma espécie de galinha gorda pra ver quem ia ficar com determinadas peças. A mais disputada sem sombra de dúvida era o computador! hehehehe


 Tive poucas barbies na infância porque minha mãe sempre comprava mais Susis pra mim, a barbie mais legal que já tive foi a Ariel da pequena sereia. O problema é que tinha surtos criativos com frequência...E na tentativa de deixa-la com uma carinha mais moderna: picotei os cabelos da pobre da boneca... Conclusão: Minha mãe pirou comigo! Desde então nunca mais soube o que era ter uma barbie pra chamar de minha. hehehe

Susi pra quê te quero!
Dos 10 aos 11 anos toda vez que passava na loja americanas ficava babando por essa Susi Aeromoça que deixava minha imaginação nas alturas.




 Este me fazia pirar mesmoo! Aos 6 anos via o comercial na tv e endoidecia pedindo a minha mãe pra me dar de presente do dia das crianças. O que mais curto nesse brinquedo é o quê artesanal dele, você coloca na forminha, mistura a massa, corta e coloca na embalagem. Como eu amava brincar de comidinha, era uma delicia me imaginar dona de um restaurante e chef de cozinha.


Casa da Barbie! Era o sonho de dez entre dez meninas que gostava de brincar de boneca. Para mim era tipo uma lenda, ou seja, eu nunca vi uma ao vivo e a cores mas sabia que existia. O preço abusivo me impedia de ter uma, então improvisava né? Criava a minha com caixa de sapato e o que a imaginação mandasse.


Este jogo é um dos maiores ícones dos 80´s né? Embora tenha nascido uma década depois eu amava ver a galera rachando a cuca de tanto jogar as inúmeras versões que surgiam. Eu tinha uma versão dele que além de ter que bater nas teclas acompanhando uma sequência, tinhamos que esticar um bastão... Joguinhos de raciocinio + formação de equipes tô dentro!

Agora é com vocês! Me digam ai quais foram os jogos que mais curtiram na infância de vocês, e quais nunca tiveram. O negócio aqui é exercitar a terapia coletiva hehehehe


Feliz dia das crianças (interiores) ou não!