Esta lembrada que comentei aqui sobre uma promoção chamada Compartilhe um sorriso da Clinique? Pois é, há umas duas semanas atrás recebi o batom prometido por eles e, logo tratei de testar. Embora não seja fã da cor rosa, muito menos de batons cintilantes, este me surpreendeu. E não foi só a mim, minha mãe que é uma super fã da cor ficou doidinha pelo batom... Não pude deixar de colocar a minha humilde opinião afinal o primeiro clinique a gente nunca esquece. rs

 

 Ele possui uma boa cintilancia, excelente durabilidade, ótima cobertura, não tem perfume e, apesar de ser cintilante dá para usar de dia numa boa basta aplicar pouquinho.



Era uma manhã dominical como outra qualquer - nada de interessante pra fazer, estava quase morrendo de tédio quando minha mãe resolveu dar uma passada no iguatemi. Aviso por atencipação! O que você vai ler a seguir pode ser ridículo: Confesso que gritei horrores só com o trailer (visto por sessenta e sete mil pessoas no youtube) #aloka. Este era apenas o primeiro sinal: Estava ansiosa pra conferir o novo filme da série pânico.
  
Sinopse

Sidney Prescott (Neve Campbell) está de volta a sua cidade natal, Woodsboro, onde sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos. Uma vez lá, ela reencontra o xerife Dewey (David Arquette) e a jornalista Gale (Courteney Cox), agora casados, e também a prima Jill (Emma Roberts). Mas enquanto a cidade comemorava o aniversário dos crimes, novos assassinatos começam a acontecer e o retorno de Ghostface, o assassino da máscara, parece ser uma nova realidade para a cidade que novamente entra em pânico.


 Trailer





Quer saber? Foi perfeito! O mais interessante foram às inúmeras referências a outros filmes de terror e as sátiras que fizeram com direito a indiretas e tudo mais. Tem um dado momento que a personagem Sidney (personagem principal e sobrevivente de todos os filmes) diz: - Não adianta! Você deveria saber que nunca a cópia supera o original!
E as mortes? Minha nossa!  A faca do assassino descasca até pedra hehehe Sem contar que considerei este assassino muito mais sádico à la Jogos Mortais.

 Outra coisa que não posso deixar passar batido é a influência da internet na trama, tudo que acontece tem um teor cybernético estupendo. E isto pelo menos pra mim foi ótimo, porque mostra o quanto dependemos deste Big Brother virtual. Tudo é tão exposto e, esta ausência de intimidade é sedutora...


Sabe o que mais gosto de filme de terror? Não, não é o sangue... É o suspense!  Fiquei tesa na cadeira de frio e ansiedade tentando descobrir quem era o ghostface. Num momento pensei que era uma personagem masculina e no final acabou sendo outra pessoinha (?). rs
O elenco estava bom; destaque para a Emma Roberts e a Hayden Panetiere não dava muito por elas e me surpreenderam. Enfim só me resta fazer a pergunta menos óbvia: - What´s your favorite scary movie?


   Nunca vi um enredo tão maluquinho, caótico e perdido. Sim, Sucker Punch é tudo isso e muito mais. Se você não curte dar uma viajada na maionese passe longe dos cinemas. A trama é contada através da óptica da personagem Babydoll uma garota aparentemente frágil e que abusa da imaginação pra fugir de uma cruel realidade. *Adianto que pode conter spoilers



Sinopse: Babydoll (Emily Browning) foi internada em um sanatório pelo padrasto inescrupuloso, que encomenda uma cirurgia para destruir o cérebro dela. Mas a jovem descobre que seu refúgio pode estar dentro de sua mente e só assim ela poderá se libertar para sempre. Agora, vivendo esse mundo paralelo, ela enfrentar dragões, samurais, robôs e nazistas sobrenaturais, que a farão viver uma perigosa e fantástica aventura na companhia das colegas de internação. Adorocinema




Prepare-se para um clima sombrio, frio e duro embalado por clássicos do rock. Achei uma estratégia inteligente de o diretor colocar cortinas se abrindo para o espectador no inicio, já que como muito se fala no filme do teatro, o ponto de convivência das garotas. Ponto para a fotografia o jogo de sobriedade e tons pastéis me deixaram maravilhada. Em alguns momentos pensei: - Putz! Este filme daria um excelente jogo. #gamer


 A sequência de acontecimentos me deixou meio tonta, colocaram muitos slow motions nas cenas de luta isto cansou bastante. O elenco estava muito bem sincronizado, contudo a de convir que as personagens não exigiu muito das atrizes. Os perfis traçados eram muito superficiais, só é apresentada a estória de babydoll e as outras ficam ofuscadas e mal contadas. Não sei se essa era a intenção do diretor sugerindo uma continuação, pra mim pelo menos não ficou claro.



Outra coisa que apertou meu cérebro é porque a figura masculina era sempre opressora? Salvo o policial no finalzinho nenhum homem se salva do titulo de agressor e isso me deixou intrigada. Será que o homem está fadado a violentar, punir, humilhar a mulher? É algo a se pensar.


O figurino é outro quesito que chama atenção de cara, segundo os comentários que li foi baseado nas fantasias masculinas. É bonito ajuda a criar a femme fatale, Lolita e guerreira e, por conseguinte reforça a mensagem: - As armas importantes pra mulher são a sua beleza e sua juventude.  Álias lutar é o verbo que comanda este filme e você se sente pressionado. A todo o momento, a cada conselho dado: - Lute! Só você pode mudar o seu destino e blábláblá repeat 20x





 Fugir da realidade é bom de vez em quando, agora tem que tomar cuidado pra não se esquecer de pousar os pés outrora pra não se machucar. A verdade pode ser dolorosa, mas ainda é necessária.

Yupii! Olha que legal agora vou colocar estrelas nas resenhas :)

Visualmente lindo, um enredo meio tosquinho você não dorme e de quebra fica surtado.


   No último domingo fui ao cinema assistir o filme que trás as cantoras Christina Aguilera e Cher. Christina eu já conhecia por ser uma estrela da minha geração, entretanto mal conhecia Cher. Sabia que era cantora e que tinha bombado há quatro décadas, mas, não conhecia nenhum trabalho dela até então.



Sinopse
Ali (Christina Aguilera) deixou sua pequena cidade natal em busca do sucesso em Los Angeles. Logo ao chegar ela conhece a boate Burlesque, especializada em shows musicais de belas mulheres, que sempre se apresentam usando playback. O local é gerenciado por Tess (Cher), que nega uma chance a Ali. Ela insiste e consegue ser contratada como garçonete, graças à ajuda do balconista Jack (Cam Gigandet). Ali passa a acompanhar todos os shows, decorando as canções e coreografias. adorocinema



  O inicio do filme dá uma animada na gente mostra uma Christina cheia de vontade depois do fracasso de seu último álbum Bionic. Desculpe-me os fãs pela sinceridade o problema é que não é só de carisma que um filme é feito. No quesito soltar a voz tanto Aguilera quanto Cher fez bem o dever de casa, já atuação pudia ser um pouco melhor. 
  


Pra mim não chega a se enquadrar no gênero musical. Os diálogos do filme são repletos de falas que independem de música para a evolução da  trama.
Com exceção do segundo n° solo de Tess (Cher), burlesque conta com atuações medianas nada que faça você saltar da cadeira de emoção. Estava ansiosa pra ver a estréia de Christina nas telonas e não me surpreendeu. Não tinha nada que não tenha visto nos clipes de Back to basics (Álbum da cantora onde esta transpira Jazz e soul no melhor estilo cantora de cabaré dos 30´s).


 
 O filme não tem o objetivo de inovar e sim de entreter, julgando pelo enredo: A garotinha de interior órfã que possui ambições elevadas e parte para a cidade atrás da realização de seus sonhos. Sonhos podem se realizar se vc estiver no lugar certo, na hora certa e encontrar o Q.I certo. Se este Q.I for tão gato quanto o Jack (Cam Gigandet) então flerte loucamente com ele e poderá ganhar também um príncipe emo pra chamar de seu. hahaha

 
Os números de dança aliados a perfomace musical distraem fácil e faz deixar um pouco de lado a birra com o enredo e com o elenco (Quem é o elenco mesmo? hehehe). Confesso que embora mal conhecesse o trabalho de Cher gostei mais dela no filme do que Aguilera. Com botox ou sem, com playback ou sem, experiência conta pontos a favor e isto não é só no cinema.
  Enfim, para os fãs de Aguilera e Cher Burlesque é um brevíssimo desjejum para admirar as cantoras, mas nada, além disso.


 Assisti hoje e logo não vou perder a oportunidade de falar de um dos favoritos no Oscar deste ano. Vou adiantando que PODE CONTER SPOILERS. Por isso, em respeito a quem não curte coloquei um leia mais (read more) pra quem quiser ler o post completo.

 Não pude deixar de reparar a arte dos cartazes de divulgação, como ficou difícil escolher um resolvi mostrar os meus favoritos.



Sinopse
Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios problemas interiores, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis).adorocinema




Trailer








Praticamente todos os aspectos foram louváveis: A escolha do elenco, a trilha sonora, a direção, a fotografia. O filme mostra o quanto à perfeição pode ser perturbadora e problemática. De tão perfeita que a personagem Nina deseja ser, ela acaba enxergando as coisas de maneira distorcida.
Adianto que tudo é bem conturbado e as cenas nas quais Nina começa a mergulhar descobrindo o lado negro do cisne são salpicadas de erotismo.



Natalie Portman vive Nina tão melindrosa, intensa e estupidamente magra que seria uma boba se duvidasse dela. Ganhando ou não o Oscar já subiu no meu conceito. : )
Winona Ryder estava irreconhecível no papel da bailarina prestes a se aposentar Beth MacIntyre. A atriz Barbara Hershey que fez a mãe Nina estava muito bem também.


A trilha sonora cheia de composições de Tchaikovsky foi vital pra evolução do drama. Até a cena mais alegrinha tem uma boa dose de tensão. Seria muita pretensão dizer que é uma obra-prima, acredito que obra-prima depende do julgamento do espectador. Tem quem goste assim como quem achou o filme chatinho e não entendeu m* nenhuma. Eu gosto de filmes fortes (dramáticos ou não), então acho que valeu meu ingresso.

Definitivamente não vá ao cinema achando que é um conto de fadas da Disney (alguns blogs fazem parecer assim), o filme é denso, tem umas ceninhas politicamente incorretas.


Este filme está encabeçando a lista de filmes mais assistidos aqui no Brasil, seguido de Enrolados.
Confesso que ambos estavam na minha lista de filmes mais esperados para 2011! E é claro que filme sempre rende resenha aqui no blog.  Hoje vou falar minhas impressões fique a vontade pra discordar, opiniões sempre serão bem-vindas.

Assista o trailer:







Sinopse: Os passos de Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie) são acompanhados de perto pela equipe chefiada pelo inspetor John Acheson (Paul Bettany). O motivo é que ela viveu por um ano com Alexander Pearce, procurado pela polícia devido a sonegação de impostos em torno de 700 milhões de libras. Ninguém
sabe como é o rosto de Pearce, nem mesmo Elise, já que ele passou por várias operações plásticas para escapar de seus perseguidores. Ele enfim entra em contato com Elise ao lhe enviar um bilhete, onde pede que vá encontrá-lo em Veneza e, no caminho, procure alguém com tipo físico parecido com o seu, para enganar a polícia. Elise segue as ordens à risca e, no trem a caminho da cidade italiana, se aproxima do professor de matemática Frank Tupelo (Johnny Depp), que viaja sozinho.Fonte: adorocinema.com



No inicio o filme chega a ser cansativo e chatinho, nada de interessante acontece na estória. As cenas se resumem a Angelina Jolie destilando beleza e sensualidade pelas ruas parisienses. Que baita novidade! Ponto pra beleza da atriz que não fez os marmanjões se entediar hahaha
Quando ela finalmente encontra com Deep pensamos que o filme tomará um novo embalo. Infelizmente, acontece, mas não de uma maneira muito feliz. 


Sinceramente acho que os atores foram mal aproveitados, os diálogos super fracos ajudaram a afundar boa parte da expectativa nas cenas seguintes.
E, além disso, não contribuiu em nada para formar a química de casal tão importante pra dar um gás na trama, a impressão que deu era que os atores não estavam tão afinados quanto deveriam. (Será tensão da vida real?  Para quem não sabe a Sra. Deep não curtiu a ideia de o maridão contracenar com Jolie).


Entretanto, seria injusta se não desse pontos a atuação da Angelina Jolie, pois a beleza da atriz brigou com as locações deslumbrantes (Paris e Veneza) e nem por isso ela deixou somente este aspecto prevalecer. 
Confesso que o fato de Johnny Deep participar me motivou a ver mas, fiquei muito decepcionada com a sua atuação. Os movimentos dele em cena eram tão robóticos, isto unido a um diálogo bobo me fez pensar que não avisaram a ele que aquela personagem não era Jack Sparrow ou Edward mãos de tesoura
 


Minha nota final é 6,5. As cenas de ação derão uma levantada e o resto seguiu dentro da média. Vá preparada (o) pra um final nada previsivel rs, as roubadas de cena da Angelina Jolie e pra ficar com uma vontade doida de ir a Paris e Veneza.
 
Depois deste filme turista é o que não vai faltar! :P